terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Quando eu nasci


Quando eu nasci nunca tinha visto nada. Só um escuro, muito escuro na barriga da minha mãe. Quando eu nasci nunca tinha visto o sol, nem uma flor, nem uma cara.
Eu não conhecia ninguém, nem ninguém me conhecia a mim. [...]
É quando nascemos que começa a grande aventura! Do respirar, do provar, do sentir... Pelas páginas deste livro desfilam algumas das descobertas que nos fizeram (e fazem) espantar.
Tendo como ponto de partida este livro maravilhoso de Isabel Minhós Martins, os meninos do 1º ano fizeram colagens com papéis de várias cores, tendo como base um pedaço de cartolina preta. Algumas turmas do 2º ano fizeram frisos onde desenharam os órgãos relacionados com os cinco sentidos.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Autor do Mês - António Torrado
BIOGRAFIA
António Torrado nasceu em Lisboa em 1939. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Dedicou-se à escrita desde muito novo, tendo começado a publicar aos 18 anos.
A sua actividade profissional é diversa: escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão. Tem trabalhado em parceria com Maria Alberta Menéres em diversos livros e programas de televisão.
Actualmente, é Coordenador do Curso Anual de Expressão Poética e Narrativa no Centro de Arte Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa.
Sendo consensualmente considerado um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa, possui uma obra bastante extensa e diversificada, que integra textos de raiz popular e tradicional, mas também poesia e sobretudo contos. Reconhece a importância fundamental da literatura infantil enquanto veículo de mensagens, elegendo como valores a promover a liberdade de expressão e o respeito pela diferença. António Torrado utiliza com frequência o humor em algumas das suas histórias. Por outro lado, em alguns textos de carácter alegórico ou de ambiente oriental, é o registo poético que predomina. De resto, os valores poéticos assumem para o autor uma posição central em qualquer projecto educativo.
Recentemente, começou também a trabalhar novelas e romances para a infância e juventude, mas a vertente mais marcada da sua actividade nos últimos tempos é, sem dúvida, o teatro.
António Torrado nasceu em Lisboa em 1939. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Dedicou-se à escrita desde muito novo, tendo começado a publicar aos 18 anos.
A sua actividade profissional é diversa: escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão. Tem trabalhado em parceria com Maria Alberta Menéres em diversos livros e programas de televisão.
Actualmente, é Coordenador do Curso Anual de Expressão Poética e Narrativa no Centro de Arte Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa.
Sendo consensualmente considerado um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa, possui uma obra bastante extensa e diversificada, que integra textos de raiz popular e tradicional, mas também poesia e sobretudo contos. Reconhece a importância fundamental da literatura infantil enquanto veículo de mensagens, elegendo como valores a promover a liberdade de expressão e o respeito pela diferença. António Torrado utiliza com frequência o humor em algumas das suas histórias. Por outro lado, em alguns textos de carácter alegórico ou de ambiente oriental, é o registo poético que predomina. De resto, os valores poéticos assumem para o autor uma posição central em qualquer projecto educativo.
Recentemente, começou também a trabalhar novelas e romances para a infância e juventude, mas a vertente mais marcada da sua actividade nos últimos tempos é, sem dúvida, o teatro.
Poesia do mês - Janeiro
HINO DO ARCO-ÍRIS
Sete cores, setenta e sete
voltas do nosso girar,
mais de sete mil e sete
voltas havemos de dar.
Sete cores, setenta mil,
não há cores que tenham par,
poisamos em cada coisa
o tom que lhe queremos dar.
Sete cores, setenta e sete
voltas do nosso girar,
quem nos quiser conhecer
tem de ver mais do que olhar.
Sete cores, setenta mil,
setecentas mil talvez
maneiras de ser subtil.
Cada cor, era uma vez…
António Torrado e Maria Alberta Menéres, in O Livro das Sete Cores
Sete cores, setenta e sete
voltas do nosso girar,
mais de sete mil e sete
voltas havemos de dar.
Sete cores, setenta mil,
não há cores que tenham par,
poisamos em cada coisa
o tom que lhe queremos dar.
Sete cores, setenta e sete
voltas do nosso girar,
quem nos quiser conhecer
tem de ver mais do que olhar.
Sete cores, setenta mil,
setecentas mil talvez
maneiras de ser subtil.
Cada cor, era uma vez…
António Torrado e Maria Alberta Menéres, in O Livro das Sete Cores
domingo, 5 de julho de 2009
Plano Nacional de Leitura- Encontro aLer+
Nos dias 3 e 4 de Julho, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, decorreu o Encontro dos projectos "aLer+"desenvolvidos nas 33 escolas do país.
Os Jardins de Infância do Agrupamento fazem parte desta rede de escolas promotoras de leitura.
O objectivo deste encontro foi a divulgação das actividades desenvolvidas durante este ano lectivo.
A apresentação das actividades do projecto dos Jardins de Infância do Agrupamento foi feita pela educadora Maria José.
Durante o Encontro foi divulgado o filme aLer+ que muito orgulhou toda a equipa de trabalho, pelo reconhecimento das práticas de leitura levadas a cabo pelos Jardins de Infância.
mais informações sobre podem ser consultadas em
:http://www.min-edu.pt/np3/3913.html
mais informações sobre podem ser consultadas em
:http://www.min-edu.pt/np3/3913.html
As educadoras junto ao poster dos Jardins de Infância, afixado no átrio contíguo ao auditório, com a placa identificadora de escolas da rede aLer+.
Um bem haja a todos os que trabalharam neste projecto e o tornaram possível.
O poeta diz é urgente o amor é urgente um barco no mar.
Nós dizemos:É urgente LER. É urgente criar leitores. É urgente criar comunidades de leitores, de leituras. É urgente descobrir a palavra inventa por outros. É urgente amar" a minha pátria é a Lingua Portuguesa".
quarta-feira, 1 de julho de 2009
A voz às crianças
No Jardim de Infância Silves nº1, as crianças com a colaboração do seus familiares finalizam as actividades do Projecto Sempre a LER com uma quermesse e a feitura da capa de trabalhos realizados ao longo do ano.
A festa final de ano será no dia 3 de Julho pelas 19h, no Jardim de Infância, com o seguinte programa: repetição da coreografia das marchas populares e entrega das capas de trabalhos a todas as crianças.
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